A cirurgia da próstata por robótica, também conhecida como prostatectomia robótica, é um dos procedimentos mais modernos e eficazes utilizados para o tratamento do câncer de próstata localizado — que é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens no Brasil, atrás somente do câncer de pele não melanoma.
Com o avanço da tecnologia, essa abordagem minimamente invasiva tem ganhado cada vez mais espaço, oferecendo uma alternativa segura, precisa e com melhor recuperação ao paciente, além de diversos outros benefícios.
Neste artigo especial e completo, você vai descobrir tudo sobre a cirurgia da próstata por robótica: como ela é feita, quais suas vantagens, quando é indicada, como é o pós-operatório, quais os riscos envolvidos e muito mais. Boa leitura.
Artigo validado pelo Dr. Renato Corradi
O artigo que você vai ler a partir de agora foi avaliado e validado pelo uro-oncologista Dr. Renato Corradi, especialista em cirurgia robótica e câncer de próstata, com mais de 4 mil procedimentos realizados ao longo de mais de 10 anos de carreira.
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Cirurgia da próstata por robótica: o que é?
Técnica minimamente invasiva, a cirurgia de próstata é realizada com o suporte do robô Da Vinci, um sistema de alta precisão que permite ao cirurgião operar com maior controle, estabilidade e segurança.
Diferente da cirurgia aberta tradicional, em que é feita uma grande incisão abdominal, a robótica utiliza pequenos cortes por onde são inseridos os instrumentos cirúrgicos e uma câmera 3D de alta definição.
Atualmente, o procedimento é indicado principalmente para a prostatectomia (retirada da próstata em casos de câncer) e considerado um verdadeiro padrão-ouro em muitos centros médicos ao redor do mundo. Além disso, também é utilizado para tratamentos em outras especialidades, sendo a urologia uma das principais. Alguns exemplos são:
- Cirurgias urológicas em geral;
- Patologias ginecológicas;
- Cirurgia bariátrica;
- Patologias do aparelho digestivo;
- Tratamento de hérnias da parede abdominal;
- Patologias do aparelho digestivo;
- Câncer de pulmão;
- Patologias torácicas;
- Tumores do mediastino;
- Patologias da tireoide e laringe.
Na urologia, a cirurgia da próstata por robótica não se restringe apenas ao tratamento contra o câncer de próstata. A técnica também pode ser usada em casos de doenças na bexiga, nos rins, nas glândulas adrenais e em todo o trato urinário.
A evolução da cirurgia robótica
A cirurgia robótica começou a ser utilizada em maior escala no começo dos anos 2000, com o avanço do sistema Da Vinci nos Estados Unidos e na Europa.
O que antes era restrito a grandes centros de pesquisa hoje está presente em hospitais privados e de alto padrão no Brasil. A especialidade de uro-oncologia foi uma das primeiras a adotar amplamente a técnica, devido à complexidade da anatomia pélvica masculina e à necessidade de maior precisão.
Câncer de próstata no mundo: por que a doença merece atenção
O câncer de próstata, muitas vezes tratado com a cirurgia robótica, é uma das neoplasias mais comuns entre os homens e, infelizmente, ainda associada a um número elevado de mortes, muitas delas evitáveis com diagnóstico precoce.
De acordo com o World Cancer Research Fund (WCRF), quase 1,5 milhão de pessoas foram diagnosticadas com o câncer de próstata em 2022 em todo o mundo.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata é o tipo de câncer mais frequente entre os homens brasileiros, com aproximadamente 65 mil novos casos estimados a cada ano.
Além da alta incidência, a mortalidade ainda é significativa: dados do Ministério da Saúde indicam que, somente em 2021, mais de 16 mil homens morreram da doença no Brasil, o que corresponde a cerca de 44 mortes por dia.
Como a cirurgia robótica funciona na prática
A cirurgia robótica é realizada em um centro cirúrgico equipado com o sistema robótico. O paciente recebe anestesia geral, e o cirurgião realiza pequenas incisões no abdômen para introdução dos instrumentos e da câmera.
Durante o procedimento, o profissional opera um console acoplado ao robô e comanda seus braços mecânicos com muita precisão, utilizando joysticks sensíveis aos seus movimentos. É importante ressaltar que, apesar de contar com o auxílio do robô, é o médico que comanda o equipamento e faz a cirurgia.
A visão tridimensional (3D) ampliada permite uma visualização profunda da região da próstata, rica em estruturas delicadas como nervos e vasos, o que ajuda — e muito — na preservação da continência urinária e da função sexual.
Quando a cirurgia robótica é indicada?
A cirurgia robótica da próstata é recomendada principalmente para os casos de câncer de próstata localizado, ou seja, quando a doença ainda está restrita à glândula e não apresenta metástases. Trata-se de uma técnica moderna e altamente eficaz, com bons resultados funcionais e menor tempo de recuperação.
Entre os principais cenários em que a cirurgia pode ser recomendada, estão:
- Câncer de próstata localizado (sem metástases);
- Pacientes com expectativa de vida longa e boas condições clínicas;
- Casos em que se deseja maior chance de preservação das funções urinárias e sexuais;
- Pacientes que já possuem indicação cirúrgica e buscam uma técnica menos invasiva.
A avaliação é sempre individualizada, considerando também o estágio do tumor, a idade, os antecedentes médicos e os exames complementares.
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Vantagens da cirurgia robótica da próstata
Nas últimas décadas, a cirurgia robótica ganhou força como um dos principais avanços no tratamento do câncer de próstata. Utilizando tecnologia de ponta, ela combina precisão cirúrgica com menor agressividade ao corpo, o que oferece benefícios concretos para o paciente, tanto no curto quanto no longo prazo.
Entre os principais benefícios da cirurgia robótica, destacam-se:
1. Menor invasividade
Ao contrário da cirurgia aberta, que exige uma incisão abdominal ampla, a robótica utiliza pequenos cortes milimétricos por onde são introduzidos os braços do robô e a câmera 3D. Isso reduz significativamente o trauma cirúrgico, resultando em menos dor, menor sangramento e cicatrizes discretas.
2. Maior precisão
O robô permite que o cirurgião tenha o controle dos instrumentos com movimentos milimétricos, sem tremores, com maior liberdade de articulação. Além disso, a câmera de alta definição fornece uma visão tridimensional ampliada da próstata e das estruturas adjacentes, como nervos e vasos sanguíneos.
3. Rápida recuperação
Por ser uma técnica minimamente invasiva, a recuperação tende a ser mais rápida. A maior parte dos pacientes permanece internada por menos tempo, normalmente entre 24 e 48 horas, retomando atividades leves em poucos dias.
O retorno ao trabalho e à rotina normal também acontece mais rápido, o que representa menos impacto emocional, social e financeiro para o paciente.
4. Menor risco de complicações
A cirurgia robótica da próstata está associada a uma menor taxa de infecções, hematomas e sangramentos intensos. Além disso, a maior precisão reduz o risco de lesões acidentais em estruturas adjacentes, como reto ou bexiga. Tudo isso contribui para um pós-operatório mais seguro e tranquilo.
5. Melhores resultados funcionais
Um dos grandes diferenciais da robótica é a maior chance de preservar os nervos responsáveis pela ereção e continência urinária.
Em razão da visão detalhada e dos movimentos delicados do robô, é possível realizar a preservação neurovascular com mais eficácia, o que resulta em menor incidência de incontinência urinária e disfunção erétil.
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A cirurgia robótica para câncer de próstata pode evitar a disfunção erétil?
O Dr. Renato Corradi falou sobre as vantagens da cirurgia robótica em uma reportagem do jornal Estado de Minas. Leia a matéria agora clicando aqui.
Cirurgia robótica x outras técnicas
A retirada total da próstata pode ser feita de diferentes formas. As três abordagens mais comuns são: cirurgia aberta (convencional), cirurgia laparoscópica e cirurgia robótica. Cada uma delas possui características próprias, com vantagens e limitações que devem ser consideradas junto ao urologista.
Confira uma comparação entre essas técnicas:
Cirurgia aberta (prostatectomia radical aberta)
É a técnica tradicional, realizada por meio de uma incisão abdominal ampla, geralmente da região abaixo do umbigo até o osso púbico.
Por envolver um acesso mais agressivo, essa abordagem está associada a maior dor no pós-operatório, sangramento significativo, cicatrizes maiores e recuperação mais lenta. Ainda é usada em alguns centros ou em situações específicas, mas vem sendo gradualmente substituída por técnicas menos invasivas.
Cirurgia laparoscópica
Representa um avanço em relação à cirurgia aberta. Utiliza pequenos cortes e instrumentos finos, com uma câmera que projeta a imagem em duas dimensões.
Apesar de ser menos invasiva e oferecer bons resultados, a mobilidade dos instrumentos é limitada, o que pode dificultar procedimentos mais delicados, como a preservação dos nervos.
Cirurgia robótica
É a técnica mais moderna e tecnológica disponível atualmente. Combina os benefícios da laparoscopia com recursos avançados, como visualização tridimensional, controle preciso dos instrumentos por meio de um robô, movimentos mais delicados e maior estabilidade.
Essas características tornam a cirurgia robótica uma das mais vantajosas, especialmente em casos onde se busca melhor preservação da função sexual e urinária, além de recuperação mais rápida e menos complicações.
Qual técnica escolher?
A escolha da técnica ideal depende de diversos fatores, como o estágio do câncer, a experiência da equipe médica, os recursos do hospital e, claro, o perfil clínico e emocional do paciente. Sempre converse com seu urologista para entender qual abordagem é mais indicada no seu caso.
Como é o preparo pré-operatório?
O processo do pré-operatório para a cirurgia robótica da próstata é uma etapa fundamental para garantir a segurança do procedimento e uma recuperação tranquila. Seguir as recomendações à risca pode fazer toda a diferença.
Existem algumas diretrizes gerais, que você vai conhecer abaixo, mas é importante lembrar que cada caso é único, e as recomendações devem ser sempre individualizadas pelo médico responsável pelo caso.
São alguns dos principais cuidados antes da cirurgia:
- Informe todas as medicações que utiliza regularmente: alguns medicamentos, como anticoagulantes, anti-inflamatórios e até fitoterápicos, podem interferir no procedimento e precisarão ser suspensos com antecedência. Essa avaliação deve ser feita pelo cirurgião e/ou anestesista.
- Leve todos os exames pré-operatórios solicitados: isso inclui exames laboratoriais, cardiológicos, de imagem e qualquer outro documento necessário para a liberação cirúrgica.
- Tenha em mãos o termo de consentimento informado: esse documento confirma que você compreendeu os riscos, benefícios e detalhes do procedimento, sendo essencial para a realização da cirurgia.
- Leve seus documentos pessoais e autorização do plano de saúde: se estiver usando convênio, verifique com antecedência se há necessidade de liberação prévia ou de apresentar guias no momento da internação.
- Leve medicamentos de uso contínuo: em alguns casos, o hospital pode precisar administrar suas medicações habituais durante a internação.
- Se possível, tenha um acompanhante: nem todos os hospitais exigem, mas é recomendável ter alguém de confiança para oferecer suporte no pré e no pós-operatório imediato. Verifique as regras do hospital escolhido.
- Siga à risca a orientação quanto ao jejum e à alimentação: geralmente, recomenda-se jejum absoluto de 8 horas antes da cirurgia. Evite bebidas alcoólicas e alimentos pesados nos dias que antecedem o procedimento.
- Tire todas as suas dúvidas com o urologista antes da internação: estar bem informado e tranquilo reduz a ansiedade e facilita o processo de recuperação.
Como é o pós-operatório da cirurgia robótica?
Normalmente, a recuperação é mais tranquila em comparação com as cirurgias tradicionais. Veja como costuma ser o pós-operatório:
- Tempo de internação: em geral, de 24 a 48 horas;
- Sonda vesical: utilizada por 7 a 10 dias para auxiliar na cicatrização da uretra;
- Alimentação: pode ser retomada no mesmo dia ou no dia seguinte;
- Atividades físicas: devem ser evitadas nas primeiras semanas;
- Retorno às atividades: normalmente entre 2 e 4 semanas, dependendo da rotina do paciente;
- Acompanhamento médico: é feito por meio de consultas e exames regulares, como o exame PSA, por exemplo.
Existem desvantagens na cirurgia robótica da próstata?
Ao longo deste artigo, apresentamos uma série de vantagens sobre a cirurgia robótica da próstata — desde a menor invasividade até os excelentes resultados funcionais. Mas e quanto aos pontos negativos? Existem desvantagens relevantes?
A resposta é bastante positiva: são poucos os aspectos considerados desvantajosos, e eles não estão relacionados à eficácia clínica da técnica. Ou seja, a cirurgia robótica continua sendo segura, eficiente e tecnologicamente superior em muitos contextos. No entanto, alguns fatores práticos merecem atenção.
Custo da tecnologia
O primeiro ponto a ser considerado diz respeito ao alto custo de aquisição e manutenção de sistemas robóticos como o Da Vinci.
A estrutura hospitalar necessária para realizar esse tipo de procedimento é sofisticada, o que exige investimento significativo por parte da instituição de saúde. Nem todos os hospitais têm acesso à tecnologia, especialmente na rede pública.
Planos de saúde e cobertura parcial
Outro desafio comum é a questão da cobertura pelos planos de saúde. A cirurgia robótica ainda não está incluída no rol de procedimentos obrigatórios da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), o que significa que as operadoras não são obrigadas a cobrir integralmente esse tipo de intervenção.
Em muitos casos, o plano cobre a cirurgia laparoscópica convencional e permite ao paciente optar pela versão robótica mediante pagamento da diferença de custo. Essa opção precisa ser discutida com antecedência entre o paciente, o médico e o hospital, para que todos os detalhes estejam claros e acordados.
E quanto custa uma cirurgia robótica da próstata?
É natural que surjam dúvidas sobre o valor da cirurgia robótica. No entanto, não há um preço fixo, já que o custo pode variar conforme diversos fatores, como:
- Hospital onde o procedimento será realizado;
- Estrutura incluída (internação, materiais, uso do robô etc.);
- Honorários da equipe médica;
- Abrangência do plano de saúde, quando aplicável.
De maneira geral, o valor pode ser mais elevado que outras abordagens cirúrgicas, justamente por envolver tecnologia de ponta e centros altamente especializados.
Onde o Dr. Renato Corradi realiza esse procedimento?
O Dr. Renato Corradi realiza a cirurgia robótica em alguns dos hospitais mais reconhecidos de Belo Horizonte, todos com estrutura de excelência e equipe experiente. São eles:
- Hospital Felício Rocho.
- Hospital biocor/ Rede D’or
Se você tem interesse em realizar a cirurgia com segurança e acompanhamento especializado, é possível agendar uma consulta para avaliação personalizada do seu caso. Clique aqui e agende seu atendimento com o Dr. Renato Corradi.
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FAQ: perguntas frequentes sobre a cirurgia robótica de próstata
- A cirurgia robótica é segura?
Sim. Trata-se de uma técnica moderna, segura e com alta taxa de sucesso.
- Quanto tempo dura a cirurgia?
Geralmente entre 2 e 4 horas.
- A cirurgia robótica pode curar o câncer de próstata?
Sim. Nos casos localizados, a taxa de cura é significativa.
- Quanto tempo ficarei internado?
Na maior parte das vezes, de 1 a 2 dias, mas isso pode variar de caso para caso.
- Existe risco de impotência?
Sim, como em qualquer procedimento do tipo. A cirurgia robótica, entretanto, oferece maiores chances de preservar os nervos ligados à ereção do paciente.
- A cirurgia robótica é coberta por planos de saúde?
Nem sempre. Muitas operadoras cobrem a laparoscopia e permitem migração com pagamento da diferença. Verifique com sua operadora de saúde.
- Qual o custo de uma cirurgia robótica?
O valor pode variar bastante conforme hospital, equipe e cobertura do convênio.
- Existe corte na cirurgia robótica?
Sim, mas são pequenos furos no abdômen, diferentes dos cortes extensos da cirurgia aberta.
- Posso escolher fazer cirurgia robótica mesmo com indicação de laparoscopia?
Em muitos casos, sim. Tire suas dúvidas com o seu urologista para conhecer as alternativas.
- Qual a idade máxima recomendada para cirurgia robótica?
Não há uma idade exata. Idosos com mais de 75 anos de idade podem passar pela cirurgia robótica da próstata, desde que tenham boa saúde geral e exames em dia.
- Preciso fazer dieta especial antes da cirurgia?
Recomenda-se uma alimentação leve nos dias que antecedem o procedimento, evitando excessos e mantendo boa hidratação.
- Posso ter relações sexuais após a cirurgia?
Sim. A função erétil pode ser retomada com ou sem medicamentos, geralmente semanas ou meses após a cirurgia, dependendo da idade e da preservação dos nervos.
- Como saberei se a cirurgia foi bem-sucedida?
A principal ferramenta é o acompanhamento do PSA. Espera-se que ele fique indetectável após a cirurgia.
- A cirurgia é dolorosa?
A maioria dos pacientes que passam pela cirurgia robótica da próstata relatam dor leve ou moderada, bem controlada com medicamentos comuns.
- Quanto tempo depois poderei dirigir?
Em média, 2 a 3 semanas, dependendo da recuperação.
- A cirurgia robótica deixa cicatriz?
Sim, pequenas marcas nos locais dos portais (furos), geralmente discretas.
- Posso viajar de avião após a cirurgia?
Sim, mas recomenda-se esperar pelo menos 15 dias e sempre conversar com o médico antes.
- E se o PSA voltar a subir?
Pode indicar recidiva. Nesse caso, o urologista pode solicitar exames de imagem e indicar novos tratamentos, como radioterapia, por exemplo.
- O robô opera sozinho?
Não. O robô é controlado 100% pelo cirurgião, que comanda os movimentos em tempo real.
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